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Continuidade e Backup

Versão 2026-09-13 · Em vigor desde 13 de set. de 2026

Este documento descreve o que compõe o conjunto restaurável da Plataforma em caso de perda de dado ou indisponibilidade prolongada, e onde o Cliente encontra os valores de RPO (Recovery Point Objective) e RTO (Recovery Time Objective) vigentes para este serviço. Integra os Termos de Serviço por referência. É um modelo base e não constitui aconselhamento jurídico nem operacional — revise antes do primeiro deploy em produção.

1. Fonte de verdade e escopo do backup

O banco de dados PostgreSQL é a fonte de verdade da Plataforma: todo dado estruturado — conta, Organização, configuração, trilha de auditoria e demais tabelas de domínio — reside nele. O conjunto restaurável em caso de incidente é composto por:

  • backup lógico do Postgres (pg_dump ou mecanismo equivalente do provedor de banco gerenciado), cobrindo a totalidade do dado estruturado; e
  • objetos de armazenamento compatível com S3, quando a variável de ambiente S3_BUCKET está configurada — arquivo carregado por um tenant (upload) reside nesse armazenamento, fora do Postgres.

Configuração que reside apenas em variável de ambiente (segredo, credencial de integração) não é dado de aplicação e não faz parte deste backup — é responsabilidade operacional do fork mantê-la reproduzível fora do banco.

2. RPO e RTO — parâmetro do fork

RPO (quanto dado, em tempo, pode ser perdido num incidente) e RTO (quanto tempo a restauração leva) não são fixados por este documento nem pelo scaffold: dependem da topologia de banco, da frequência de backup e do plano de recuperação que cada fork efetivamente opera em produção — o scaffold, por si só, não garante nenhum valor numérico de RPO/RTO.

Os valores de RPO e RTO vigentes para este serviço estão publicados em [complementar antes do primeiro deploy]. O fork deve preencher essa referência, com base na configuração real de backup e recuperação de desastre que operar, antes do primeiro deploy em produção — no mesmo espírito dos demais parâmetros declarados em src/config/legal.ts.

3. Teste de restauração

Recomenda-se testar a restauração completa a partir do backup ao menos uma vez por trimestre, para validar que o processo funciona e que o RPO/RTO declarado na Seção 2 é factível na prática, não apenas teórico. A cadência final, e o registro da evidência de cada teste, é decisão operacional do fork.

4. Checklist de prontidão

O checklist operacional completo de backup, restauração e demais requisitos de produção — incluindo o que precisa ser decidido e testado antes do primeiro deploy — é mantido pelo Fornecedor como parte da documentação interna de prontidão para produção deste serviço.

5. Contato

Dúvidas sobre este documento: TODO: suporte@exemplo.com.br ou TODO: security@exemplo.com.br.

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